Paralisação prossegue

Paralisação prossegue

Cpers estuda orientar professores a não recuperarem aulas se tiverem ponto cortado

Paralisação prossegue até sexta, quando magistério se reúne em assembleia geral

Professores da rede estadual de ensino fizeram hoje o primeiro de três dias de paralisação em função do 20º parcelamento de salários do funcionalismo pelo governo estadual. A Secretaria de Educação (Seduc) admitiu que pelo menos seis escolas funcionaram parcialmente, hoje, em Porto Alegre, mas não emitiu um balanço completo do impacto da mobilização. Já a vice-presidente do Cpers Sindicato, Solange Carvalho, questionou os números da Pasta e assegurou que a adesão é expressiva em todo o Rio Grande do Sul, embora a entidade também não tenha divulgado um balanço.

Em relação ao corte de ponto, a Seduc informou que esse debate ainda não ocorreu, mas que a medida pode ser tomada se a greve se estender. Solange salienta, ainda, que os professores podem optar por não recuperar as aulas perdidas, se tiverem desconto de salário. “Não é nosso objetivo (não recuperar as aulas), mas se nos punirem com o corte do ponto, vamos nos reunir e podemos decidir não recuperar as aulas, assim os alunos não terão seus dias letivos completos”, lembrou. Solange ainda reclamou que o governo tente culpar os servidores pela crise, lembrando que o magistério é a categoria que recebe os menores salários, de cerca de R$ 2 mil, em média.

Na sexta-feira, os professores se reúnem em assembleia, na Casa do Gaúcho, para decidirem se permanecem ou não em greve.


http://www.radioguaiba.com.br/noticia/cpers-estuda-orientar-professores-a-nao-recuperar-aulas-se-tiverem-ponto-cortado/ 

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