A mordaça

A MORDAÇA TAMBÉM VOTA
A pedido de Flávio Bolsonaro, Nunes Marques mandou suspender o canal “Exército do Lula”, com mais de três milhões de seguidores, até a homologação do segundo turno.
A suspensão é temporária, mas o efeito sobre a eleição pode ser definitivo.
Mentira eleitoral merece remoção e responsabilização, mas bloquear um canal inteiro exige demonstrar por que nenhuma medida menos restritiva funciona. A Constituição exige proporcionalidade também de quem segura a caneta.
O corregedor do TSE havia pedido esclarecimentos e provas. A suspensão veio por outra porta: um procedimento administrativo de fiscalização do WhatsApp. Transformar supervisão de plataforma em bloqueio de um instrumento de campanha é um salto jurídico que exige revisão colegiada urgente.
A própria regulamentação eleitoral permite mobilização coordenada, compartilhamento simultâneo e grandes audiências. Milhões de apoiadores não se transformam em ilícito porque aprenderam a fazer barulho. Alcance pode agravar uma ilegalidade demonstrada, mas não substitui sua demonstração.
E há um problema elementar no argumento de que tudo seria reversível: uma conta pode ser reaberta, mas dias de campanha não podem ser devolvidos.
Liberar o microfone depois que a urna fechou é uma forma muito peculiar de garantir que todos sejam ouvidos.
Quando a decisão cala durante toda a disputa, a caneta também entra na campanha.
- Julio Benchimol Pinto
FONTE:
https://www.facebook.com/juliorobertopinto?locale=pt_BR
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O desespero da extrema-direita em vender uma falsa vitória por antecipação tomou um choque de realidade: o deputado André Janones desmontou a ilusão dos apoios de gabinete a Flávio Bolsonaro (PL) e escancarou o óbvio — eleitor não é gado de cabresto e ninguém que votou em Augusto Cury vai apertar 22 só porque o autor de autoajuda fez cartinha de apoio!
Enquanto o clã Bolsonaro corre para tirar fotos com caciques partidários e comemorar adesões de cúpula, a eleição real se decide no bolso, na rotina do trabalhador e na mobilização direta nas redes e nas ruas:
1. A falácia da "transferência mecânica" de votos:
Como destacou Janones, o voto de quem escolheu Augusto Cury, candidaturas moderadas ou independentes no primeiro turno não tem dono de cartório! Esse eleitor buscou equilíbrio emocional, paz institucional e fuga do extremismo. Achar que uma pessoa que votou contra a polarização vai marchar em bloco para o colo de quem defende golpe de Estado, corte de direitos e anistia a criminosos é subestimar a inteligência do brasileiro. Apoio de cúpula não transfere voto de quem rejeita o ódio;
2. 2,7 milhões no WhatsApp: O poder da mobilização orgânica:
Enquanto Flávio Bolsonaro se cerca de acordos fisiológicos com velhas raposas do Congresso, a campanha popular de Lula avança na comunicação direta: o canal “Exército de Lula” no WhatsApp, lançado por Janones, bateu a marca estrondosa de 2,7 milhões de inscritos em poucos dias! Essa rede capilarizada distribui verdades, desmente armações do gabinete do ódio em tempo real e mobiliza a militância para virar votos no ponto de ônibus, na porta da fábrica e nos almoços de família;
3. O debate que Flávio quer esconder: A escala 6×1 e a economia real:
Apoio de político tradicional não enche prato nem dá descanso ao trabalhador. O presidente Lula colocou a faca no peito da campanha bolsonarista com pautas concretas:
O compromisso irrestrito com o fim da escala 6×1, desmascarando a hipocrisia do PL após o senador Jorge Seif confessar em áudio vazado que faz "de tudo para sabotar" a folga semanal do povo;
A prorrogação da isenção de tributos sobre os combustíveis e o estímulo ao etanol, garantindo preço justo na bomba e inflação controlada;
O contraste com o plano de Flávio: um "Tesouraço" de R$ 250 bilhões que quer desvincular a aposentadoria do salário mínimo e arrochar os serviços públicos;
4. Nenhuma foto com governador apaga a lama da PF:
Flávio pode subir em palanque com quantos governadores quiser, mas as investigações continuam batendo à sua porta:
A Polícia Federal acaba de acionar oficialmente as autoridades dos EUA para rastrear R$ 61 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro (Banco Master) desviados para a produção do filme de propaganda sobre Bolsonaro;
O próprio banqueiro foi flagrado contratando hackers em prisão domiciliar para apagar dados do celular;
As emendas de Flávio continuam sem explicação plausível após serem flagradas irrigando ONG fantasma com assinatura de defunto morto desde 2017 e negociada pelo miliciano Peixe (caso Marielle);
E o irmão Eduardo Bolsonaro segue foragido da Justiça com mandado de prisão expedido pela Primeira Turma do STF (AP 2782)!
Com o Datafolha cravando 52% a 48% em votos válidos, a diferença é de apenas 2 em cada 100 eleitores para a virada histórica. Quem canta vitória com apoio de gabinete vai provar a mesma ressaca amarga de Aécio Neves em 2014.
No dia 25 de outubro, a consciência livre do povo trabalhador vence o conchavo das elites com Lula 13!
Na sua visão: o eleitor comum que votou em Augusto Cury ou candidatos moderados vai aceitar cabresto de político para apoiar a volta do clã Bolsonaro? Deixe sua opinião nos comentários! ![]()
(Com base em transmissão ao vivo do deputado federal André Janones, dados do Datafolha e reportagens de cobertura eleitoral)
FONTE:


O MENDONÇA PROIBIU, NÓS VAMOS ESPALHAR! 🚨
O ministro André Mendonça, do TSE, mandou a campanha do Lula apagar em 3 HORAS o vídeo com a frase “SE FLÁVIO GANHA, VOCÊ PERDE” e ainda ameaçou multa de R$10 mil por republicação.
Se eles querem calar, nós vamos GRITAR.






