Alerta Institucional

ALERTA INSTITUCIONAL: MAIORIA DO TSE REVELA QUE KASSIO NUNES MARQUES ATUA COMO LINHA AUXILIAR DE FLÁVIO BOLSONARO E TENTA PROVOCAR CRISE ARTIFICIAL COM O STF
Uma reportagem investigativa explosiva publicada pela Folha de S.Paulo na noite desta quarta-feira (14) expôs a mais grave fratura interna no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta reta final de campanha. A maioria dos ministros da Corte Eleitoral já vê com clareza um engajamento explícito do presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), alertando que o magistrado quebrou todas as promessas de autocontenção para encampar uma operação política deliberada: provocar e "cavar" uma intervenção do Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de fabricar uma narrativa de ativismo pró-Lula e gerar dividendos eleitorais para a extrema-direita a dez dias do segundo turno.
O clima nos corredores da Corte é de revolta e constrangimento. Diante do que já é classificado nos bastidores como um verdadeiro "tratoraço" de liminares, uma ala expressiva de magistrados do TSE — liderada pelos ministros Floriano de Azevedo Marques, Ricardo Villas Bôas Cueva (corregedor-geral), Estela Aranha e Sebastião dos Reis Júnior — reuniu-se em caráter de emergência e chegou a alertar diretamente ministros do STF, como Flávio Dino e Gilmar Mendes, para que não caiam na armadilha armada pelo presidente do tribunal.
Entenda os eixos do aparelhamento e das manobras denunciadas pelos próprios pares de Kassio:
O "tratoraço" de decisões monocráticas e a quebra de confiança: Ao tomar posse em maio, Kassio garantiu que atuaria com prudência, sem interferências e sem recorrer ao poder de polícia que tanto criticava. Na prática, operou em sentido oposto: suspendeu a pesquisa Atlas/Bloomberg logo após a revelação do caso Dark Horse; validou a fórceps no próprio dia do primeiro turno a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado, derrubando decisão anterior de Floriano de Azevedo Marques; e atropelou monocraticamente o corregedor-geral Ricardo Villas Bôas Cueva ao mandar derrubar o canal "Exército do Lula", decisão da qual foi obrigado a recuar horas depois diante da exigência de isonomia com a "Tropa do Flávio";
Manobra para manter vivas calúnias contra Lula: Os ministros Floriano, Cueva, Estela e Sebastião apontam desconforto explícito com a tática de Kassio de travar e interromper julgamentos virtuais quando o plenário já formou maioria a favor do presidente Lula. O expediente foi acionado em pelo menos quatro ocasiões para blindar peças publicitárias e perfis bolsonaristas que atacam Lula como suposto "amigo do crime", garantindo que medidas cautelares pró-PL permaneçam em vigor por tempo indeterminado enquanto a mentira circula nas redes;
Blindagem total aos esquemas de corrupção do clã Bolsonaro: Enquanto atua com rigor desmedido contra os sindicatos — chegando a censurar nesta semana a circulação de um informativo de petroleiros alinhados a Lula —, o presidente do TSE blindou a campanha de Flávio, mandando retirar do ar peças legítimas do PT que apontavam as conexões do senador com as investigações da Polícia Federal sobre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o liquidado Banco Master;
A armadilha para insuflar conflito com o STF: A avaliação de magistrados do tribunal é que Kassio age com cálculo cirúrgico ao ignorar alertas regimentais para submeter decisões polêmicas a referendo imediato — como ocorreu no episódio dos ataques à fé católica em torno de Nossa Senhora Aparecida. O objetivo do presidente do TSE seria empurrar a controvérsia para o plenário do Supremo, entregar ofícios de queixa ao presidente da Corte, Edson Fachin, e tentar transferir para ministros do STF o desgaste de qualquer decisão garantista, municiando a militância do PL com o falso discurso de perseguição;
A blindagem de um projeto acoado pela soberania popular: Esse ativismo casuístico no tapetão judiciário surge no momento exato em que a extrema-direita perde o controle do debate público após a aprovação de 75 a 1 do fim da escala 6x1 no Senado e vê seu comitê acuado pela confissão de Eduardo Bolsonaro em Washington, que admitiu abertamente que a eleição de Flávio tem a finalidade prioritária de cassar ministros da Suprema Corte e anistiar crimes golpistas.
A tentativa de transformar o Tribunal Superior Eleitoral em comitê de contenção da vontade popular atenta contra a própria legitimidade das instituições republicanas. A maioria vigilante do Judiciário e a maturidade das forças democráticas não permitirão que armadilhas processuais substituam a decisão soberana do povo brasileiro nas urnas.
A democracia exige respeito à Constituição, isonomia e compromisso intransigente com a verdade!
FONTE:

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Esse post não é um ataque e sim um alerta.
"Um levantamento nacional sobre consumo de informação indica que pessoas evangélicas estão entre os grupos que menos recorrem a agências de checagem para verificar a veracidade de conteúdos que circulam nas redes.
Segundo o estudo, o grupo também aparece entre os mais expostos a desinformação relacionada a temas de religião e fé, especialmente em ambientes digitais onde a checagem de fatos não é uma prática recorrente.
A pesquisa aponta um padrão preocupante: a baixa adesão a ferramentas de verificação coincide com a alta circulação de conteúdos enganosos, o que amplia a vulnerabilidade a fake news em um campo sensível como o religioso.
O levantamento reforça o papel das plataformas digitais na disseminação desse tipo de conteúdo e a dificuldade de conter a velocidade com que informações falsas se espalham antes de qualquer verificação."
Link da matéria completa: https://revistaforum.com.br/.../fake-news-evangelicos.../
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Um alerta à consciência de todos que tem a fé cristã como centro orientador.
A espiritualidade é, ou deveria ser, livre.
Se a instituição, o sistema religioso, não salga nem ilumina...
Faz o TEU caminho.
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Gi Stadnicki
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