Campeões da liberdade de expressão
A farsa dos "campeões da liberdade de expressão"
A farsa dos "campeões da liberdade de expressão" acaba de sofrer uma invertida humilhante na Justiça: o senador Flávio Bolsonaro (PL) tentou censurar um vídeo nas redes sociais e arrancar R$ 80 mil de indenização de uma dirigente do PT, mas foi derrotado na 6ª Vara Cível de Brasília e ainda acabou condenado a pagar as custas do processo e os honorários advocatícios da oposição!
O candidato do PL acionou o Judiciário contra Camila Moreno, secretária nacional adjunta de Comunicação do PT, exigindo a censura e indenização pesada por uma postagem no Instagram que usava humor ácido para relembrá-lo como o "01 da rachadinha" e citava sua vasta folha corrida. A juíza Gabriela Faria rejeitou todos os pedidos de Flávio e deu uma verdadeira aula de direito constitucional e respeito à democracia na sentença:
1. A hipocrisia descarada de quem prega "liberdade" para agredir, mas quer censura para se proteger:
O bolsonarismo passa 24 horas por dia em podcasts e redes sociais choramingando que a extrema-direita é "perseguida e censurada". Mas basta uma comunicadora apontar o dedo para os escândalos do clã que o herdeiro corre para os tribunais tentando amordaçar a crítica e lucrar com processo! A magistrada foi categórica: a publicação baseou-se em fatos amplamente investigados pela imprensa livre e exigir que o cidadão faça relatório técnico para satirizar homem público “equivaleria a inviabilizar o próprio direito de crítica e impor indiscutível efeito inibidor à liberdade de expressão”;
2. A verdade que nenhum processo apaga da memória nacional:
Flávio tentou alegar que o vídeo omitiu "decisões judiciais favoráveis" — o velho malabarismo de quem conseguiu anular investigações no tapetão por manobra processual de foro privilegiado, mas jamais conseguiu explicar para a sociedade brasileira:
De onde vieram os milhões de reais em saques e depósitos fracionados operados por Fabrício Queiroz na Alerj;
Como comprou uma mansão nababesca de R$ 6 milhões em Brasília com renda declarada de parlamentar;
E as relações promíscuas com o esquema de Cláudio Castro no Rio de Janeiro;
3. O pânico de encarar o passado e o presente:
O desespero de Flávio em silenciar as redes tem motivo claro: se a memória das rachadinhas já destrói sua imagem, o presente é ainda mais devastador. O candidato que quer censurar a internet é o mesmo que:
Voa no jatinho de luxo Falcon 2000 do banqueiro Daniel Vorcaro (preso pela PF pelo rombo de R$ 60 bilhões do Banco Master);
Comanda a bancada do PL no Senado, através de Rogério Marinho, para esvaziar o plenário e barrar a PEC do fim da escala 6×1, negando a folga semanal para quem trabalha de segunda a sábado;
E foge covardemente de debates na televisão por pânico do confronto olho no olho!
4. Quis faturar R$ 80 mil e saiu devendo:
A tentativa de intimidação saiu pela culatra: Flávio Bolsonaro foi condenado a arcar com todas as despesas judiciais e pagar R$ 8 mil em honorários para a advogada da adversária. Quem quer a Presidência da República de um país democrático precisa ter espinha dorsal para aguentar a crítica pública, e não agir como herdeiro mimado que aciona advogado toda vez que a verdade machuca seu ego!
A mentira cai, a censura não passa e quem tem medo do povo vai ter que engolir a verdade nas urnas em 25 de outubro!
Na sua visão: a derrota de Flávio Bolsonaro na Justiça comprova que a extrema-direita só defende "liberdade" para espalhar mentiras, mas tenta censurar quem relembra seus escândalos de corrupção? Deixe sua indignação nos comentários! ![]()
(Com base em sentença judicial da 6ª Vara Cível de Brasília e reportagem da Revista Fórum)
FONTE:
Luci Socoloski - https://www.facebook.com/luci.santos.450883?locale=pt_BR






