Chefe da campanha de Flávio
O DESESPERO DO CHEFE DA CAMPANHA DE FLÁVIO:
APÓS FUGIR DA VOTAÇÃO DA 6x1, ROGÉRIO MARINHO ATACA A AGU POR DEFENDER O ERÁRIO E ECONOMIZAR R$ 4,7 BILHÕES CONTRA AS FRAUDES DO BANCO MASTER
A arrancada popular que levou ao empate técnico absoluto na corrida presidencial (50% a 50% no PoderData e 51% a 49% no Datafolha) desestabilizou por completo o núcleo estratégico do comitê bolsonarista a nove dias do segundo turno. Em publicação nas redes sociais e por meio da 140ª edição do relatório "Observatório da Oposição", o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), disparou ataques virulentos contra o advogado-geral da União, Jorge Messias, e seu adjunto, Flávio Roman.
Sob o falso pretexto de cobrar "neutralidade funcional", Marinho tenta coagir a cúpula da Advocacia-Geral da União (AGU) justamente porque o órgão de Estado atuou de forma técnica e implacável para anular R$ 4,7 bilhões em precatórios podres cobrados pelo Banco Master de Daniel Vorcaro, desbaratando a sangria aos cofres da União que favorecia figuras umbilicalmente ligadas ao comitê da extrema-direita.
A investida de Marinho expõe o duplo padrão moral do comitê do PL e o pavor das revelações policiais que cercam a candidatura de Flávio:A defesa do erário público que enfurece os operadores do Master: O incômodo de Rogério Marinho com Jorge Messias tem endereço e valor exatos: R$ 4,7 bilhões.
Foi a atuação vigilante da AGU sob a gestão Lula que provocou a decisão histórica da Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ), sob a condução do ministro Benedito Gonçalves, cancelando 16 precatórios fraudulentos e determinando a devolução integral desses recursos bilionários à Conta Única do Tesouro Nacional. Ao expor que os cofres públicos estavam sendo blindados contra os esquemas de Daniel Vorcaro — banqueiro que operava farras de luxo no Hotel Fasano e negociava nos bastidores a liberação de precatórios —, Messias cumpriu o dever constitucional de defender o patrimônio do povo brasileiro.
Marinho ataca a AGU não por zelo republicano, mas para tentar blindar o escândalo financeiro que atinge o coração da sua campanha;
A hipocrisia de quem fugiu da votação da 6x1 e planeja calote de R$ 250 bilhões: O coordenador de Flávio Bolsonaro não possui qualquer autoridade moral para discursar sobre "dever público". Na última quarta-feira (14), enquanto o plenário do Senado Federal aprovava por acachapantes 75 a 1 a PEC do fim da escala 6x1, Rogério Marinho se escondeu vergonhosamente dentro do próprio gabinete para não registrar voto favorável aos dois dias de descanso remunerado da classe trabalhadora.
É o mesmo Marinho que desenhou nos bastidores o plano secreto de Flávio para cortar R$ 250 bilhões da Saúde, da Educação e desvincular o salário mínimo da Previdência Social, punindo quem ganha a vida honestamente enquanto reclama da AGU quando ela impede o desvio de verbas públicas;Advocacia pública republicana versus o modelo de aparelhamento golpista: Ao contrário do desgoverno de Jair Bolsonaro — período em que órgãos de controle foram instrumentalizados para perseguir adversários, engavetar inquéritos contra a família e acobertar fraudes financeiras —, a AGU atua hoje sob a luz estrita da Constituição e da legalidade. É natural e legítimo que operadores do direito público reconheçam os avanços de uma gestão que respeita as carreiras de Estado, fortalece as instituições e não se curva ao compadrio do colarinho branco.
A tentativa de Marinho de impor mordaça institucional nada mais é do que a extensão do mesmo autoritarismo que tentou censurar sindicatos no TSE e mandar a PM prender estudantes com cartazes de papel em Pernambuco;
O colapso da teia Vorcaro-Canella-Rueda a 48 horas do debate na Band: O ataque desesperado de Marinho à AGU visa desviar o foco da avalanche de notícias policiais que soterraram a candidatura de Flávio no final de semana.
Em menos de 48 horas, o país assistiu: à confirmação de que Daniel Vorcaro era o sócio oculto e "dono do dinheiro" da casa de apostas bet.bet com o presidente do União Brasil, Antonio Rueda; às conversas estarrecedoras da "Turma do KN" revelando contratos de R$ 427 milhões e farras no Carnaval bancadas pelo Master;
e à prisão preventiva pela PF do ex-prefeito Márcio Canella, apontado como patrono do Comando Vermelho e parceiro político que teria a mãe de Flávio, Rogéria Bolsonaro, como suplente na chapa ao Senado;
Lula sobe ao palco da TV Bandeirantes com as mãos limpas e o povo ao lado: Rogério Marinho e o líder do PL, Sóstenes Cavalcante — que já confessou que um empate "zero a zero tá ótimo" para estancar a sangria —, sabem que Flávio chega ao primeiro debate direto do segundo turno, neste domingo (18), às 20h, na Band, totalmente desarmado.
Enquanto o presidente Lula apresenta a promulgação histórica da 6x1, a PEC da Tarifa Zero nos fins de semana e o resgate da economia brasileira — chancelada pelo FMI como a 8ª maior do planeta em 2027 —, Flávio Bolsonaro terá que responder diante de dezenas de milhões de eleitores sobre as offshores do caso Dark Horse, a fuga de Marinho na votação dos direitos trabalhistas e o conluio com os operadores de precatórios podres.
O patrimônio da União pertence ao povo trabalhador e não será saqueado por especuladores nem tutelado pelo medo de quem sabota os direitos da população. Quem defende o Estado combate a corrupção e protege o erário; quem defende privilégios ataca a fiscalização pública. No próximo domingo, no estúdio da Band, e no dia 25 de outubro nas urnas, a verdade republicana e a esperança vencerão o submundo da extrema-direita com Lula 13!
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