Contra proteção as mulheres

Olha só:
Voto contra a ampliação da licença-maternidade (2009): Flávio Bolsonaro foi O ÚNICO deputado estadual a votar contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estendia de quatro para seis meses a licença-maternidade de servidoras públicas civis do estado do Rio de Janeiro. Na ocasião, ele justificou o voto sob uma perspectiva de impacto no mercado de trabalho, embora a medida fosse restrita ao funcionalismo público...
Votações sobre cartões-postais e turismo sexual (2005 e 2006): Em 2005, o então deputado votou contra o projeto de lei que proibia a comercialização de cartões-postais com imagens de mulheres seminuas associadas a pontos turísticos do Rio, criados para combater a promoção do turismo sexual. Em 2006, votou contra a aplicação de multas a estabelecimentos que continuassem vendendo esse material, afirmando na época que "a mulher brasileira também é um patrimônio turístico do nosso país"...
Claramente as mulheres brasileiras são objetos sexuais comercializáveis na visão desse sujeito.
Restrição de armas em casos de violência doméstica (2008): Posicionou-se contra o Projeto de Lei 144/2008, que tratava da restrição ou proibição do porte de armas pra agentes de segurança pública acusados de violência doméstica e familiar contra a mulher. A justificativa apresentada apontava pro "risco de falsas denúncias por parte de ex-companheiras".
Diploma Mulher Negra (2008): Votou contra a criação do "Diploma Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha", uma honraria destinada a homenagear e reconhecer a atuação de mulheres negras no estado.
Atuação no Senado Federal
Paridade Salarial (2023): Manifestou posicionamento contrário ao projeto de lei de igualdade salarial obrigatória entre homens e mulheres pro exercício da mesma função durante discussões na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Estrutura de Ministérios e Financiamento: Votou contra a reorganização ministerial que recriou formalmente o Ministério das Mulheres e apoiou a proposta de anistia a partidos políticos que descumpriram as cotas mínimas de financiamento público destinadas a candidaturas de mulheres e pessoas negras.
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Sério, dá pra confiar?
Valerá mesmo a pena pras eleitoras deste sujeito?
É esse tipo de político que trará "a mudança" que tanto desejam?
A mudança, é pra pior?
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Gi Stadnicki
FONTE:






