Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher — Uma homenagem narrada por André Negrão

Hoje eu quero começar este texto de um jeito diferente…

Não com estatísticas frias.

Não com discursos prontos.

Mas com um sentimento verdadeiro.

Porque quando a gente fala de mulher… a gente não está falando apenas de um gênero.

Estamos falando de origem, força, resistência, inteligência e amor em estado bruto.

E hoje, neste Dia Internacional da Mulher, meu coração fala primeiro como homem…

mas principalmente como pai.

Eu quero dedicar estas palavras às duas estrelas da minha vida:

Ângela Maria de Assis Thiago

e

Ana Clara de Assis Thiago.

Minhas filhas.

Vocês talvez ainda não tenham dimensão do quanto representam para mim.

Porque eu sou, chato as vezes posso falar demais, trabalho muito muitas vezes não tenho tempo nem pra mim mesmo .

Filhos são pedaços do coração da gente andando pelo mundo…

mas filhas têm um brilho diferente.

Porque quando nasce uma filha, nasce também dentro do pai uma nova missão:

a missão de ensinar o mundo a respeitar aquilo que ele mais ama.

Vocês são duas mulheres em construção…

duas histórias sendo escritas com coragem, sonhos e possibilidades infinitas.

E se existe algo que eu desejo para vocês é simples e gigantesco ao mesmo tempo:

Que vocês nunca aceitem menos do que merecem.

Que nunca deixem ninguém diminuir a força que existe dentro de vocês.

E que jamais esqueçam que ser mulher é carregar dentro de si uma capacidade absurda de transformar o mundo.

Mas hoje eu não falo apenas como pai.

Hoje eu também falo como homem que observa a história.

Muita gente esquece que o Dia Internacional da Mulher não nasceu como uma data comercial, nasceu como símbolo de luta.

Em 1910, na Conferência Internacional de Mulheres Socialistas em Copenhague, a ativista Clara Zetkin propôs uma data para lembrar a luta das mulheres por direitos básicos — direito ao voto, condições dignas de trabalho e igualdade.

Décadas atrás, mulheres trabalhavam 12, 14, até 16 horas por dia em fábricas, recebendo salários menores que os homens.

E muitas foram silenciadas.

Mas não desistiram.

Graças à coragem de milhões de mulheres ao longo da história, hoje temos cientistas, médicas, engenheiras, professoras, líderes, escritoras, pesquisadoras, artistas…

e também as mulheres que seguram o mundo de pé todos os dias dentro de casa, no trabalho, nas ruas, nas comunidades.

Mulheres que criam filhos sozinhas.

Mulheres que sustentam famílias inteiras.

Mulheres que enfrentam preconceito, desigualdade e ainda assim continuam caminhando.

Por isso hoje eu também quero dedicar este texto:

À minha mãe, que me ensinou valores que dinheiro nenhum compra.

Às minhas irmãs, companheiras de história e vida.

Às minhas primas, cunhadas e amigas, mulheres incríveis que fazem parte da minha caminhada.

E a todas as mulheres que talvez estejam lendo estas palavras agora.

Talvez você seja uma mãe cansada depois de um dia inteiro de trabalho.

Talvez seja uma jovem cheia de sonhos tentando encontrar seu lugar no mundo.

Talvez seja uma mulher que já passou por muitas batalhas na vida.

Mas saiba de uma coisa…

Você é mais forte do que imagina.

A sociedade muitas vezes tenta medir o valor da mulher por padrões absurdos: aparência, comportamento, silêncio, submissão.

Mas a verdade é outra.

Mulher não nasceu para caber em padrões.

Mulher nasceu para quebrar limites.

A história mostra isso.

Foi uma mulher, Marie Curie, que revolucionou a ciência ao descobrir elementos radioativos e ganhou dois prêmios Nobel.

Foi uma mulher, Rosa Parks, que se recusou a ceder seu lugar no ônibus e ajudou a mudar a história dos direitos civis.

Foi uma mulher, Malala Yousafzai, que enfrentou o extremismo para defender o direito das meninas estudarem.

E todos os dias, milhões de mulheres anônimas continuam mudando o mundo em silêncio.

Dentro de hospitais.

Dentro de escolas.

Dentro de casas.

Dentro de comunidades.

Mulheres são a base invisível que sustenta a sociedade.

E por isso eu digo com todo carinho:

O mundo precisa aprender a respeitar mais quem o mantém funcionando.

Minhas filhas, Ângela e Ana Clara…

Se um dia vocês duvidarem da própria força, lembrem-se disso:

Vocês carregam dentro de si a herança de milhares de mulheres que vieram antes de vocês.

Mulheres que lutaram para que vocês pudessem estudar.

Falar.

Escolher.

Sonhar.

Então sonhem grande.

Sejam livres.

Sejam inteligentes.

Sejam fortes.

E nunca deixem ninguém dizer até onde vocês podem chegar.

Porque a verdade é simples:

O mundo só avança quando as mulheres avançam junto.

E termino este texto com uma reflexão que deixo para todos que estão lendo:

Se existe algo capaz de medir o nível de evolução de uma sociedade, não é o tamanho da economia…

não é a quantidade de riqueza…

É como essa sociedade trata suas mulheres.

Então hoje, mais do que flores ou homenagens, que este dia sirva como lembrança de algo essencial:

Respeitar as mulheres não é gentileza.

É civilização.

Com todo carinho do mundo,

André Negrão. 🌹 . Dia internacional da mulher !

Aquelas que eu costumo dizer, puta mulherão da porrah !

Ser um mulherão da porrah ! É ser especial em vários aspectos , que nem toda mulher consegue ser . Feliz 8 de março .

Ass : André Luiz Thiago também conhecido por André negrão.

FONTE:

Andre Luiz Thiago 

 

 

 

 

 




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