Lula ajudou o RS?

Lula ajudou o RS?

 

 

 

Vejo muita gente falando que Lula prometeu ajudar o RS e não cumpriu. Isso é verdade ou mentira?

Não é verdade que não fez nada. O que aconteceu é que parte da ajuda foi dada, mas a reconstrução que as pessoas querem ver casa pronta, cidade funcionando depende de várias etapas que não são feitas só pelo governo federal.

Depois das enchentes de 2024, o governo federal pagou o Auxílio Reconstrução de R$ 5.100 por família atingida. Mais de 430 mil famílias receberam esse valor, somando cerca de R$ 2,2 bilhões direto na conta de quem perdeu móveis e parte da casa.

Também foram liberados saques do FGTS, antecipação de benefícios e linhas de crédito para empresas que ficaram sem funcionar.

Outra medida importante foi suspender por três anos a dívida do Rio Grande do Sul com a União. Isso liberou cerca de R$ 23 bilhões para o próprio estado usar na recuperação, em vez de mandar esse dinheiro para pagar dívida.

No total, o pacote de medidas federais anunciado para o estado chegou a cerca de R$ 111 bilhões. Até 2025, algo próximo de R$ 90 bilhões já tinha sido pago, liberado ou executado em forma de auxílio, crédito, obras e apoio.

Mas aqui entra o ponto que muita gente não entende.

O governo federal coloca o dinheiro.

Quem precisa transformar esse dinheiro em obra de verdade são o governo do estado e as prefeituras.

São eles que:

fazem o cadastro de quem perdeu casa

definem onde novas casas podem ser construídas

indicam terrenos

aprovam projetos

organizam obras locais

Sem isso, não tem como construir.

Casa não sai só porque Brasília prometeu.

Ela precisa de terreno na cidade, projeto aprovado e obra contratada.

E o que o estado e os prefeitos estão fazendo?

O governo do RS passou a usar parte do dinheiro liberado com a suspensão da dívida para recuperação de estradas, pontes e infraestrutura básica, que são necessárias antes de qualquer reconstrução de bairro.

Também organizou programas próprios de ajuda, aluguel social e apoio para municípios menores que não têm estrutura técnica para montar projetos sozinhos.

As prefeituras ficaram responsáveis por levantar quem realmente perdeu casa e quem pode entrar nos programas habitacionais.

Em muitas cidades, esse processo demorou porque:

documentos foram perdidos na enchente

famílias não estavam regularizadas

faltam terrenos seguros para reconstrução

Sem cadastro e terreno, a casa não pode ser construída, mesmo com dinheiro disponível.

Ou seja, não é que o governo federal prometeu e abandonou.

A ajuda financeira existiu.

O estado está usando recursos para recuperar estrutura básica.

As prefeituras estão cadastrando e organizando quem terá direito às novas moradias.

O problema é que reconstrução depois de um desastre desse tamanho não acontece na velocidade da promessa.

FONTE:

https://www.facebook.com/photo/?fbid=909858005374898&set=a.268846549476050&locale=pt_BR   

 

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Quais cidades do RS já tiveram casas entregues, garantidas ou em construção após a promessa de reconstrução do governo federal?

Hoje já existe entrega real, famílias instaladas e obras em andamento.

Famílias atingidas pelas enchentes já receberam moradia em Canoas, Porto Alegre, Venâncio Aires, Eldorado do Sul, Cruzeiro do Sul, Estrela, Lajeado, Bom Retiro do Sul, Roca Sales, Arroio do Meio, Montenegro e Rio Grande.

Em Rio Grande houve entrega de unidades habitacionais dentro do processo de reconstrução.

Nessas cidades, muitas famílias já têm imóvel garantido, principalmente através da compra de casa pronta, que permite que as pessoas saiam do aluguel ou abrigo mais rápido, sem esperar obra.

Também existem novas casas sendo construídas.

Obras estão em andamento em Estrela, Eldorado do Sul, Arroio do Meio, Cruzeiro do Sul, São Leopoldo, Porto Alegre, Santa Maria, Muçum, Encantado, Três Coroas, Nova Santa Rita, Campo Bom, Taquara e Caxias do Sul.

Há ainda municípios que entraram na fase de novos projetos habitacionais, como Pelotas, São Lourenço do Sul, Dom Pedrito, Rio Grande, Santa Maria, Caxias do Sul, São Leopoldo, Nova Santa Rita, Campo Bom e Taquara.

Os nomes das famílias não são divulgados por proteção de dados e segurança. Quem tem essas listas são prefeituras, Defesa Civil e a Caixa.

O que existe publicamente são números e cidades atendidas.

Diante disso, a afirmação que circula na internet de que o governo não fez nada pelo Sul não corresponde ao que já está acontecendo .

 

FONTE:

https://www.facebook.com/photo?fbid=909877898706242&set=a.268846549476050&locale=pt_BR

 

 

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Todo problema da sua cidade… é culpa do presidente?

Quando falta médico no posto, a culpa é do presidente.

Quando a rua está cheia de buraco, a culpa é do presidente.

Quando a escola está caindo aos pedaços, a culpa é do presidente.

Quando a enchente leva tudo e ninguém fez obra de prevenção, a culpa também vira do presidente.

Mas quase ninguém pergunta:

Cadê o prefeito?

Cadê o governador?

Prefeito não está ali só pra cortar fita e fazer festa. É ele que cuida da cidade, do básico, do dia a dia. Saúde municipal, drenagem, obras locais, planejamento urbano, defesa civil.

Governador não está ali só pra aparecer em inauguração. É ele que cuida da estrutura maior do estado. Hospitais regionais, rodovias estaduais, prevenção de desastres, segurança, apoio aos municípios.

E tem outra coisa que quase ninguém quer saber.

Quando o governo federal manda dinheiro para um estado ou município, poucos procuram acompanhar o destino desse recurso. Não perguntam onde foi aplicado, se virou obra, se ficou parado, se foi mal executado.

Só repetem: presidente isso, presidente aquilo.

Responsabilidade não é de um só.

Tem que cobrar de todo mundo. Governo federal, estadual e municipal.

FONTE:

https://www.facebook.com/raquel.ferreira.824546?locale=pt_BR

 

 

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Mesmo depois de ser vaiado, xingado e chamado de ladrão, Lula não deixou de continuar ajudando.

Com cidades destruídas pelas enchentes em Minas Gerais, o governo federal montou um gabinete de crise para coordenar a resposta à tragédia.

Isso acontece quando a situação sai do controle local.

Mortes confirmadas, bairros inteiros alagados, famílias fora de casa, estrutura urbana comprometida.

Quando um gabinete desse tipo é criado, não é só reunião em Brasília.

Ele passa a concentrar decisões sobre envio de ajuda emergencial, uso das Forças Armadas se necessário, liberação acelerada de recursos, apoio técnico da Defesa Civil e reconhecimento de calamidade.

Esse reconhecimento é o que abre caminho para dinheiro federal chegar.

Sem ele, muita ajuda simplesmente não sai do papel.

Além da resposta imediata, Lula também afirmou que quem perdeu a casa vai ter moradia garantida.

Segundo o que foi dito nas reuniões com autoridades locais, o governo pretende reconstruir casas ou viabilizar novas moradias para famílias que ficaram sem teto.

Quando não for possível reconstruir no mesmo lugar por risco, deve ser usado o modelo de compra assistida, que permite às famílias adquirir outra casa em local seguro com apoio federal.

O gabinete agora passa a organizar o socorro, a reconstrução e os próximos passos para quem perdeu tudo.

FONTE:

https://www.facebook.com/photo/?fbid=909778918716140&set=pb.100090521192774.-2207520000&locale=pt_BR 




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