Lula não faz nada

Vivem dizendo que Lula não faz nada além de roubar, mas quase nunca explicam o que foi feito de verdade neste mandato. A crítica política faz parte da democracia, mas repetir que ele “não fez nada” simplesmente não combina com a realidade.
Desde que voltou à Presidência em 2023, Lula recriou o Bolsa Família com valor mínimo de R$ 600 por família e adicionais para crianças e adolescentes. Isso não foi só mudança de nome: houve retomada da estrutura do programa e ampliação dos benefícios para famílias com filhos.
Também retomou o Minha Casa, Minha Vida, recolocando em prática uma política habitacional voltada principalmente para a população de menor renda, com novas metas de contratação e entrega de moradias. O programa voltou a girar, obras paradas foram retomadas, novas unidades passaram a ser contratadas e muitas moradias já foram entregues.
Na saúde, trouxe de volta o Mais Médicos, ampliando vagas e reforçando o atendimento em regiões mais carentes, municípios vulneráveis, áreas indígenas e localidades onde faltavam profissionais. Ainda na saúde, ampliou o Farmácia Popular, facilitando o acesso da população a medicamentos e insumos gratuitos. Além disso, o governo passou a investir na renovação e ampliação da frota do SAMU, com entrega de novas ambulâncias, abriu novos leitos em unidades hospitalares, ampliou equipamentos para hospitais do SUS, fortaleceu a saúde bucal com unidades odontológicas móveis e também anunciou veículos para transporte de pacientes entre municípios, o que ajuda diretamente quem depende do SUS para tratamento e consultas especializadas.
Na infraestrutura, lançou o Novo PAC, com investimentos em obras, transporte, energia, saneamento, mobilidade urbana, saúde e educação, buscando destravar projetos e movimentar a economia. Não ficou só no anúncio: obras paradas foram retomadas, etapas foram concluídas e entregas começaram a aparecer em várias áreas.
Na educação, houve retomada e conclusão de obras em escolas, creches e quadras esportivas, além de novos investimentos para construção de creches e aquisição de ônibus escolares. Ou seja, não foi só discurso: teve obra saindo do papel e obra antiga voltando a andar.
Na habitação e nas obras urbanas, o governo acelerou entregas do Minha Casa, Minha Vida, retomou empreendimentos, contratou novas unidades e ampliou investimentos em saneamento, abastecimento de água e infraestrutura social. Em várias regiões, obras de segurança hídrica, barragens, adutoras e sistemas de abastecimento voltaram a avançar.
Na área econômica, criou o Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas que ajudou muita gente a sair da inadimplência e voltar a ter acesso ao crédito.
No campo fiscal, apresentou e conseguiu aprovar o novo arcabouço fiscal, substituindo o antigo teto de gastos por outra regra de controle das contas públicas.
Também participou da articulação que levou à aprovação da reforma tributária, uma mudança histórica que vinha sendo discutida havia décadas e que avançou neste mandato.
Houve ainda correção da tabela do Imposto de Renda para aliviar quem ganha menos, além da retomada da política de valorização do salário mínimo, com reajuste acima da inflação.
Os indicadores de emprego e renda também melhoraram ao longo do mandato, com queda do desemprego, crescimento do trabalho formal e aumento da renda da população.
Além disso, o governo reforçou o investimento em ciência, tecnologia e inovação, recolocando essa área como parte importante do desenvolvimento nacional.
No agro, também houve ações importantes. O governo ampliou o crédito rural com planos safras recordes tanto para a agricultura empresarial quanto para a agricultura familiar, abriu centenas de novos mercados para produtos brasileiros no exterior, criou mecanismos de renegociação de dívidas para produtores atingidos por dificuldades financeiras e eventos climáticos, reforçou o apoio à produção de alimentos da cesta básica e manteve incentivo para modernização e práticas mais sustentáveis no campo. Mesmo em um setor onde há muita resistência política ao governo, também houve medidas concretas de apoio, financiamento, exportação e fortalecimento da produção.
E para quem diz que Lula só vive viajando, é preciso lembrar que essas viagens não foram simples passeio político. Elas serviram para recolocar o Brasil no cenário internacional, recuperar relações diplomáticas, firmar acordos, atrair investimentos e ampliar parcerias comerciais. Só nos seis primeiros meses de agenda internacional, o próprio governo afirmou que as viagens resultaram em R$ 111,5 bilhões em novos investimentos para o país. Na viagem à China e aos Emirados Árabes Unidos, por exemplo, foram anunciados acordos da ordem de R$ 62,5 bilhões. Em 2025, na França, o governo também informou anúncio de R$ 100 bilhões em investimentos para os cinco anos seguintes. Do lado dos gastos, o valor oficial informado para a estrutura da Presidência da República em 2023 foi de cerca de R$ 39,7 milhões em diárias e passagens, somando viagens nacionais e internacionais de toda a Presidência, e não apenas do presidente. Desse total, as viagens internacionais representaram R$ 6,8 milhões. Já no governo federal como um todo, em 2024, foram informados R$ 1,5 bilhão em diárias e R$ 778 milhões em passagens, números que abrangem toda a administração federal, no Brasil e no exterior, e não apenas as viagens presidenciais.
Dizer que Lula “não fez nada” apaga programas retomados, medidas aprovadas, investimentos realizados, obras retomadas, moradias entregues, ações concretas na saúde, apoio ao agro, acordos internacionais e resultados que marcaram este mandato.
Fonte:
https://www.facebook.com/raquel.ferreira.824546?locale=pt_BR






