Máscara da moderação

Máscara da moderação

 

A máscara da "moderação" caiu e o plano do caos institucional está confessado em praça pública: enquanto o trabalhador brasileiro exige salário digno, comida barata e o fim da desumana escala 6×1, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) anuncia que sua prioridade absoluta e "inegociável" no Senado para 2027 é deflagrar uma guerra aberta para cassar ministros do Supremo Tribunal Federal e anistiar golpistas!

A apuração divulgada pela Revista Fórum e pelo G1 revela os bastidores do horror bolsonarista para o próximo mandato: aproveitando a ampliação de sua bancada no Senado, o PL já desenha uma ofensiva para afastar Alexandre de Moraes e preparar pedidos de impeachment contra o ministro Flávio Dino caso o Judiciário ouse barrar questionamentos golpistas contra o resultado das urnas.

O roteiro da vingança escancara o que realmente move o projeto da extrema-direita para o Brasil:

🔹 1. A obsessão pela impunidade da família:

Por que o impeachment de Moraes é tratado como a única coisa "inegociável" pelo partido de Flávio? Porque o ministro cumpriu a lei e presidiu os inquéritos que desmontaram a tentativa de golpe de Estado, que levaram à condenação exemplar de Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão. O objetivo do clã não é melhorar a vida de ninguém: é usar o Senado como balcão de chantagem para anistiar os condenados do 8 de janeiro e blindar a família de investigações como o rombo de R$ 60 bilhões do Banco Master e as caronas nababescas no jatinho de Daniel Vorcaro;

🔹 2. Chantagem explícita contra Flávio Dino:

A ameaça contra Flávio Dino beira o crime de coação: o partido admite abertamente que a ofensiva contra ele dependerá de como o ministro se posicionar diante de questionamentos eleitorais! Ou seja: se o Judiciário não referendar as loucuras e as contestações da extrema-direita, eles usam a máquina legislativa para tentar degolar o magistrado. É o método miliciano transposto para a política institucional;

🔹 3. A prioridade invertida do "Inimigo do Trabalhador":

Reparem no abismo moral: enquanto a bancada de Flávio Bolsonaro, sob o comando do senador Rogério Marinho, manobra nos corredores de Brasília para esvaziar o plenário e sabotar a PEC do fim da escala 6×1 — negando a dois dias de descanso para quem acorda de madrugada —, eles têm energia e pressa de sobra para montar comissões de perseguição contra magistrados. Para o trabalhador cansado, chicote; para o clã e seus compadres, anistia e salvo-conduto;

🔹 4. Estabilidade e emprego vs. Crise constitucional permanente:

A escolha do dia 25 de outubro define se o Brasil avança ou mergulha num abismo institucional. Com Lula, o país mantém a harmonia entre os Poderes, estabilidade jurídica para atrair indústrias, desemprego na mínima histórica de 5,3% e respeito à Constituição. Com Flávio Bolsonaro, o Brasil se tornará refém de uma crise permanente entre o Congresso e o STF, paralisando a economia, afugentando investimentos e gerando recessão apenas para saciar a sede de vingança de um grupo extremista.

O Senado da República foi criado para legislar em favor do povo, não para servir de escritório de advocacia de milícia ou comitê de revanchismo!

Na sua visão: transformar o Senado em instrumento de vingança contra a Justiça em vez de aprovar leis para o descanso do trabalhador prova que o bolsonarismo só governa para se salvar da cadeia? Deixe sua indignação nos comentários! 👇

(Com base em informações apuradas pelo G1, Portal Terra da Luz e Revista Fórum)

FONTE:

Hilton Aquino 




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