Nomeação de professores da rede estadual
Após atraso, nomeação de 6 mil professores da rede estadual tem nova data definida pela Seduc
Concurso foi realizado em setembro de 2025 e tinha previsão inicial de divulgação dos resultados para março deste ano

Realizado em setembro, o concurso que prevê o chamamento de 6 mil professores para a rede estadual de ensino do Rio Grande do Sul deve realizar as nomeações a partir do segundo semestre de 2026.
Após atrasos decorrentes de recursos ao longo do certame, o resultado preliminar com a classificação dos candidatos está previsto para 26 de maio, com a publicação do resultado final marcada para 15 de junho.
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No total, 41,5 mil pessoas se inscreveram para preencher as 6 mil vagas. A maior concorrência é para professor de Educação Especial na região de Rio Grande, no sul do Estado – lá, 135 pessoas se candidataram a preencher dois postos de trabalho.
A prova foi realizada em setembro de 2025. Inicialmente, a previsão era de que o resultado final do certame, no qual consta a classificação dos candidatos após o período de recursos, fosse divulgado no dia 27 de março. Em entrevista realizada em fevereiro, contudo, a secretária estadual de Educação, Raquel Teixeira, já fazia uma projeção para abril, o que tampouco se confirmou.
Em nota, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) informou que os trâmites do concurso estão “na fase de análise dos recursos referentes à prova de títulos, por parte da AOCP, banca responsável pela aplicação”.
O cronograma deve seguir da seguinte forma:
- 22 de maio: divulgação do resultado da prova de títulos
- 26 de maio: resultado final preliminar
- 15 de junho: homologação do resultado final
- 2º semestre: início das nomeações
Enquanto os professores concursados não são chamados, docentes temporários têm sido contratados para dar conta de atender os mais de 700 mil estudantes da rede estadual. Em 2025, segundo compilação da ONG Todos Pela Educação baseada em dados do Censo Escolar do Ministério da Educação, em torno de dois em cada três professores da rede estadual do RS atuavam com contratos temporários.
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