O 11 de setembro

O 11 de setembro

 

 

 

11 DE SETEMBRO: 25 ANOS DEPOIS, O QUE REALMENTE SABEMOS E O QUE AINDA NÃO FOI EXPLICADO.

Há acontecimentos que entram para a História. Outros dividem a História em antes e depois.

Às 8h46 da manhã de 11 de setembro de 2001, um Boeing 767 da American Airlines desapareceu dentro da Torre Norte do World Trade Center.

Dezessete minutos depois, diante das câmeras de televisão do planeta inteiro, outro avião atravessou o céu de Nova York e atingiu a Torre Sul.

Naquele instante acabou qualquer possibilidade de acidente.

Os Estados Unidos estavam sob ataque.

Antes que a manhã terminasse, outro avião atingiria o Pentágono, um quarto cairia na Pensilvânia, as duas Torres Gêmeas desapareceriam do horizonte de Manhattan e 2.977 vítimas de 90 países estariam mortas.

Vinte e cinco anos depois, sabemos muito sobre o que aconteceu naquele dia.

Mas sabemos tudo?

Não.

E talvez seja exatamente aí que começa esta investigação.

O PLANO

A investigação oficial concluiu que 19 integrantes da Al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais. Quinze deles eram cidadãos sauditas, dois eram dos Emirados Árabes Unidos, um era egípcio e outro libanês. Os primeiros integrantes da operação começaram a entrar nos Estados Unidos em janeiro de 2000 e, no início de julho de 2001, os 19 já estavam no país.

A operação custou aproximadamente entre US$ 400 mil e US$ 500 mil. Segundo a Comissão do 11 de Setembro, o dinheiro veio da Al-Qaeda, por transferências e dinheiro levado pelos integrantes da conspiração.

Não foi, portanto, um ataque improvisado.

Foi uma operação preparada durante meses.

E justamente por isso surge a primeira pergunta incômoda:

ninguém percebeu?

A resposta é desconfortável.

Perceberam algumas coisas.

O AVISO QUE CHEGOU À MESA DO PRESIDENTE

Em 6 de agosto de 2001, 36 dias antes dos atentados, o presidente George W. Bush recebeu seu relatório diário de inteligência.

O título hoje parece quase uma profecia:

“Bin Ladin Determined to Strike in US.”

Bin Laden estava determinado a atacar os Estados Unidos.

O documento informava que Bin Laden queria realizar atentados dentro do território americano, lembrava planos anteriores relacionados a sequestros e dizia que o FBI possuía aproximadamente 70 investigações relacionadas a Bin Laden dentro dos Estados Unidos.

Mas não informava data, alvos ou método específico do futuro atentado.

E aqui aparece um detalhe perturbador: segundo a Comissão do 11 de Setembro, depois daquele relatório não houve reunião do grupo de contraterrorismo do Conselho de Segurança Nacional especificamente para discutir a possibilidade de um ataque dentro dos Estados Unidos. A Comissão também afirmou não ter encontrado indicação de nova discussão entre Bush e seus principais assessores sobre essa possibilidade antes do dia 11.

Isso prova que Bush sabia que quatro aviões seriam sequestrados?

Não.

Prova que havia alertas suficientes para que o perigo da Al-Qaeda fosse levado muito a sério?

Sim.

A própria Comissão resumiria posteriormente o desastre como uma combinação de falhas de imaginação, política, capacidade e gerenciamento.

Talvez a primeira grande história escondida atrás do 11 de Setembro não seja uma conspiração.

Talvez seja incompetência.

8h46

O American Airlines 11 atingiu a Torre Norte.

9h03

O United Airlines 175 atingiu a Torre Sul.

Milhões de pessoas viram o segundo impacto ao vivo.

9h37

O American Airlines 77 atingiu o Pentágono.

9h59

A Torre Sul desabou.

Havia sido atingida depois da Torre Norte.

Caiu primeiro.

10h03

O United Airlines 93 caiu perto de Shanksville, na Pensilvânia, depois que passageiros reagiram contra os sequestradores.

10h28

A Torre Norte desabou.

Em menos de duas horas, o símbolo econômico de Nova York havia desaparecido.

Mas o dia ainda reservaria o acontecimento que, anos depois, se transformaria no centro de praticamente todas as teorias conspiratórias sobre o atentado.

17h20 — O TERCEIRO PRÉDIO

World Trade Center 7.

47 andares.

Nenhum avião atingiu aquele prédio.

Mesmo assim, naquela tarde ele desabou.

As imagens são impressionantes.

O edifício parece simplesmente desaparecer verticalmente.

Para milhões de pessoas, aquilo tinha aparência de demolição controlada.

E aqui precisamos separar aparência de evidência.

O WTC 7 sofreu danos provocados pelos destroços da Torre Norte e permaneceu queimando durante horas. O sistema de água utilizado pelos sprinklers foi prejudicado pelos danos provocados pelos ataques.

A investigação do NIST concluiu que a expansão térmica causada pelos incêndios desencadeou uma sequência de falhas estruturais que levou ao colapso progressivo.

Mas existe um detalhe verdadeiro que os defensores da demolição frequentemente citam:

durante aproximadamente 2,25 segundos de uma fase do desabamento da fachada norte, o prédio realmente apresentou aceleração equivalente à queda livre.

O próprio NIST reconhece isso.

A diferença é que o instituto dividiu os 5,4 segundos analisados em três etapas: primeiro aceleração inferior à gravidade; depois aproximadamente 2,25 segundos de queda livre; finalmente nova redução da aceleração. Para o NIST, isso é compatível com a perda da capacidade das colunas externas depois que a estrutura interna já havia falhado.

É um detalhe importante porque demonstra como nascem boas teorias conspiratórias:

elas frequentemente começam com alguma coisa verdadeira.

O erro aparece na conclusão.

FOI UMA DEMOLIÇÃO CONTROLADA?

É provavelmente a teoria mais famosa do 11 de Setembro.

As torres teriam sido previamente preparadas com explosivos.

Os aviões seriam apenas o espetáculo necessário para esconder a verdadeira operação.

Há imagens de material sendo projetado pelas janelas durante os colapsos. Existem relatos de pessoas dizendo ter ouvido explosões. E a queda vertical dos edifícios lembra, visualmente, uma demolição.

Mas depois de décadas não surgiu evidência física convincente demonstrando uma demolição controlada.

O NIST concluiu que os colapsos começaram justamente nos andares atingidos pelos aviões e afetados pelos incêndios.

A Torre Sul permaneceu aproximadamente 56 minutos em pé depois do impacto.

A Torre Norte, aproximadamente 102 minutos.

Os vídeos mostram o processo começando nas regiões atingidas e avançando para baixo.

Existe, entretanto, uma crítica verdadeira à investigação:

o NIST não realizou testes específicos procurando resíduos de explosivos ou termite no aço recuperado.

O próprio instituto confirma isso.

Isso prova que havia explosivos?

Não.

Prova apenas que aquele teste específico não foi realizado.

E confundir essas duas coisas é justamente onde investigação termina e conspiração começa.

“COMBUSTÍVEL DE AVIÃO NÃO DERRETE AÇO”

A frase percorreu o mundo.

E tecnicamente possui uma parte verdadeira.

O combustível dos aviões não precisava derreter as colunas de aço.

O aço perde resistência quando submetido a temperaturas elevadas muito antes de chegar ao ponto de fusão.

Segundo o NIST, os impactos também arrancaram grande quantidade da proteção térmica das estruturas. O instituto concluiu que, sem essa perda generalizada de isolamento provocada pelos impactos, provavelmente as torres não teriam desabado apenas em consequência dos incêndios observados naquele dia.

O avião não precisava transformar as colunas em metal líquido.

Precisava danificá-las, retirar parte da proteção contra incêndio e permitir que o calor enfraquecesse uma estrutura já ferida.

UM MÍSSIL ATINGIU O PENTÁGONO?

Outra teoria afirma que o Pentágono não foi atingido pelo voo 77, mas por um míssil.

As primeiras imagens de segurança divulgadas eram ruins. O dano inicial parecia, para alguns observadores, pequeno demais para um Boeing 757.

Foi suficiente para nascer uma indústria conspiratória.

Mas aqui a teoria encontra uma montanha de problemas.

Existem registros de voo, radar, testemunhas, vítimas identificadas, restos da aeronave e evidências recolhidas no local.

O FBI identifica o American Airlines 77 como a aeronave que atingiu o Pentágono. A investigação do 11 de Setembro, denominada PENTTBOM, tornou-se a maior investigação da história da agência, envolvendo mais de meio milhão de pistas.

Para aceitar a hipótese do míssil seria necessário explicar simultaneamente o desaparecimento do avião, dos passageiros e da tripulação e fabricar uma quantidade gigantesca de evidências.

Até hoje não apareceu evidência convincente capaz de sustentar essa versão.

E O VOO 93?

A versão cinematográfica é conhecida.

Passageiros souberam dos outros atentados através de telefonemas e decidiram enfrentar os sequestradores.

O avião caiu na Pensilvânia.

A teoria alternativa afirma que ele teria sido abatido pelos militares americanos.

Também aqui não apareceu evidência convincente capaz de substituir a reconstrução oficial.

A cronologia da Comissão mostra inclusive o caos existente naquele momento entre autoridades civis e militares.

O sistema de defesa americano, construído durante a Guerra Fria para enxergar ameaças chegando de fora do país, precisou improvisar diante de aviões comerciais americanos transformados em armas dentro do próprio território.

ALGUÉM GANHOU DINHEIRO SABENDO QUE O ATENTADO ACONTECERIA?

Agora chegamos a uma das histórias mais fascinantes.

Nos dias anteriores ao atentado foram identificadas operações financeiras consideradas suspeitas, inclusive opções envolvendo companhias aéreas.

A pergunta era inevitável:

alguém sabia?

A investigação foi enorme.

SEC, FBI, autoridades financeiras e posteriormente a Comissão analisaram as transações.

A conclusão do relatório específico sobre financiamento terrorista foi clara: as investigações não encontraram evidência de que pessoas com conhecimento antecipado dos ataques tenham lucrado através dessas operações.

Portanto houve movimentações que despertaram suspeitas.

Foram investigadas.

Mas a conexão com conhecimento prévio dos atentados não foi demonstrada.

E OS SAUDITAS?

Aqui a história muda.

Porque deixamos o território das teorias extravagantes e entramos numa questão que realmente continuou sendo investigada.

Quinze dos 19 sequestradores eram sauditas.

Quando Nawaf al-Hazmi e Khalid al-Mihdhar chegaram à Califórnia, encontraram Omar al-Bayoumi, cidadão saudita que os ajudou a se estabelecer em San Diego.

Bayoumi os ajudou a encontrar apartamento e tornou-se personagem de enorme interesse investigativo.

A Comissão do 11 de Setembro reconheceu circunstâncias estranhas naquele encontro, inclusive não conseguindo determinar definitivamente se ele aconteceu por acaso ou deliberadamente.

Mas sua investigação afirmou não ter encontrado evidência confiável de que Bayoumi soubesse que estava ajudando integrantes de uma operação terrorista.

O caso, porém, não morreu em 2004.

Décadas depois, documentos do FBI continuaram sendo desclassificados como consequência da ordem executiva de 2021 que determinou revisão de documentos relacionados ao atentado.

Isso é importante.

A Comissão concluiu em 2004 que não encontrou evidência de que um governo estrangeiro ou funcionário estrangeiro tivesse financiado os sequestradores.

Mas investigações posteriores continuaram examinando possíveis contatos e redes de apoio relacionadas a alguns dos terroristas.

Portanto:

“A Arábia Saudita organizou o 11 de Setembro” não é um fato demonstrado.

Mas investigar quem ajudou determinados sequestradores durante sua permanência nos Estados Unidos é uma pergunta legítima.

E talvez seja uma das partes menos conhecidas de toda a história.

E A HISTÓRIA DOS SAUDITAS QUE TERIAM FUGIDO DOS EUA?

Também existe um fato real por trás da lenda.

Cidadãos sauditas realmente deixaram os Estados Unidos em voos fretados depois dos atentados.

Mas a Comissão investigou especificamente a acusação de que teriam sido retirados enquanto o espaço aéreo americano permanecia fechado.

A conclusão foi diferente.

Não encontrou voos sauditas antes da reabertura do espaço aéreo em 13 de setembro nem evidência de interferência política da Casa Branca para permitir as partidas. Segundo a Comissão, pessoas consideradas de interesse foram verificadas pelo FBI antes de partir.

Novamente:

fato verdadeiro + detalhe distorcido = excelente combustível para uma conspiração.

ISRAEL E O MOSSAD?

Outra teoria afirma que Israel teria organizado ou conhecido antecipadamente os atentados.

Até hoje não surgiu evidência confiável capaz de demonstrar isso.

Versões segundo as quais milhares de judeus teriam sido avisados para não trabalhar no World Trade Center são falsas e transformaram-se também em veículo para antigas narrativas antissemitas.

Aqui não existe um grande mistério documental.

Existe principalmente uma teoria procurando evidências para sobreviver.

E A MAIOR TEORIA DE TODAS?

“Inside Job.”

O próprio governo americano teria organizado ou permitido deliberadamente o atentado.

É fácil entender por que essa teoria encontrou terreno fértil.

Depois do 11 de Setembro vieram a guerra no Afeganistão, o Patriot Act, enorme expansão da vigilância governamental e, posteriormente, a invasão do Iraque.

O atentado mudou a política externa americana e forneceu enorme capital político para uma nova era de guerras.

Mas existe uma diferença gigantesca entre duas afirmações:

o governo americano explorou politicamente o 11 de Setembro.

e

o governo americano organizou o 11 de Setembro.

A primeira é uma discussão política e histórica legítima.

A segunda exige evidências extraordinárias.

Depois de 25 anos, elas não apareceram.

ENTÃO NÃO EXISTE MISTÉRIO?

Existe.

Talvez apenas tenhamos procurado o mistério no lugar errado.

O FBI descreve o PENTTBOM como a maior investigação de sua história. Mais da metade de seus agentes chegou a trabalhar na investigação, seguindo mais de meio milhão de pistas.

A Comissão do 11 de Setembro produziu centenas de páginas.

Milhares de documentos foram liberados.

Outros permaneceram classificados durante anos.

E ainda assim algumas perguntas históricas continuam fascinantes.

Como dois futuros sequestradores conhecidos pela inteligência americana conseguiram viver nos Estados Unidos sem serem adequadamente acompanhados?

Por que informações importantes não circularam corretamente entre CIA, FBI, FAA e outras instituições?

Como 19 homens conseguiram transformar quatro aviões comerciais em armas dentro do país com o aparato de inteligência mais poderoso do planeta?

Quem exatamente ajudou determinados sequestradores a se estabelecerem nos Estados Unidos — e essas pessoas sabiam quem estavam ajudando?

Quanto poderia ter sido descoberto antes do atentado se todas as informações disponíveis estivessem na mesma mesa?

Essas perguntas não precisam de explosivos secretos, mísseis invisíveis ou milhares de conspiradores.

Precisam de documentos.

O VEREDITO DO CRONISTA

Depois de atravessar milhares de páginas de relatórios, investigações e teorias, algumas conclusões aparecem com bastante força.

A Al-Qaeda planejou e executou os atentados: evidência esmagadora.

Houve graves falhas dos serviços de inteligência americanos: comprovado.

Washington recebeu alertas de que Bin Laden pretendia atacar os Estados Unidos: comprovado.

Bush sabia antecipadamente que quatro aviões seriam sequestrados em 11 de setembro: não demonstrado.

As Torres Gêmeas foram demolidas com explosivos: não demonstrado e incompatível com a maior parte das evidências disponíveis.

O WTC 7 permanece um caso estrutural extraordinário e visualmente desconcertante, mas demolição controlada: não demonstrada.

Um míssil atingiu o Pentágono: as evidências disponíveis contradizem a hipótese.

O voo 93 foi abatido: não demonstrado.

Houve conhecimento antecipado utilizado para ganhar dinheiro na bolsa: investigado, mas não comprovado.

Israel organizou os atentados: sem evidência confiável.

O governo Bush organizou o ataque: sem evidência confiável.

Existiram contatos e possíveis redes de apoio envolvendo pessoas ligadas aos sequestradores que mereceram investigações durante décadas: sim.

E talvez esta última questão seja muito mais interessante que todas as fantasias.

25 ANOS DEPOIS

No fim desta investigação, existe uma ironia.

As teorias conspiratórias transformaram o 11 de Setembro num gigantesco espetáculo de perguntas.

Mas talvez tenham ajudado também a esconder as perguntas certas.

Não precisamos acreditar que George Bush apertou secretamente um botão.

Não precisamos imaginar agentes plantando explosivos durante a madrugada.

Não precisamos transformar cada imagem estranha em prova de conspiração.

A realidade já é suficientemente perturbadora.

Os Estados Unidos sabiam que Bin Laden queria atacar.

Havia terroristas circulando pelo país.

Existiam informações espalhadas entre diferentes órgãos.

Alguns dos futuros sequestradores estiveram no radar das autoridades.

O sistema não conseguiu juntar as peças.

E então chegou aquela manhã.

8h46.

Um avião desapareceu dentro de uma torre.

Às 9h03, outro avião surgiu no horizonte.

Durante alguns segundos milhões de pessoas observaram aquela pequena silhueta atravessar o céu azul de Manhattan.

Depois veio o fogo.

E o mundo nunca mais foi exatamente o mesmo.

Talvez o maior mistério do 11 de Setembro não seja descobrir uma gigantesca conspiração escondida.

Talvez seja compreender como uma tragédia anunciada por tantos pequenos sinais conseguiu acontecer diante de um sistema que possuía quase todas as peças — mas nunca conseguiu montar o quebra-cabeça a tempo.

O Cronista do Malbec Investiga

FONTE:

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Richard Drew fotografou esse homem caindo da Torre Norte às 9h41 do dia 11 de setembro de 2001.

No dia seguinte, a foto foi publicada em dezenas de jornais americanos. Depois disso, desapareceu.

Editores receberam uma avalanche de cartas furiosas. Leitores disseram que a imagem era exploração, invasão, desrespeito aos mortos.

Os jornais recuaram — e a foto foi retirada de circulação por anos, tratada como se publicá-la fosse um erro.

O problema é que entre 150 e 200 pessoas saltaram naquele dia. Não por desespero irracional — a temperatura no interior das torres acima da zona de impacto ultrapassava 1.000°C. Saltar era, para muitos, a única escolha que ainda tinham.

Apagar a foto não apagou o que ela mostrava. Só decidiu que aquele sofrimento específico não seria lembrado.

Toda curiosidade histórica, por mais simples ou estranha que pareça, tem algo a ensinar.

Obrigado pela leitura. Compartilhe e siga nossa página — publicamos histórias assim todos os dias.

📷 Fotografia restaurada e colorizada pela equipe History Zone.

FONTES:

Junod, Tom. "The Falling Man." Esquire, 2003. (perfil jornalístico extensivo — não peer-reviewed, mas referência canônica no debate editorial)

Zelizer, Barbie. About to Die: How News Images Move the Public. Oxford University Press, 2010.

Sontag, Susan. Regarding the Pain of Others. Farrar, Straus and Giroux, 2003.FONTE:

 




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