Orçamento Secreto ou Emenda Participativa
Orçamento Secreto ou Emenda Participativa: duas formas de usar o dinheiro público, totalmente opostas.
De um lado, sigilo e barganha. Do outro, transparência e participação popular. A Emenda Participativa foi criada por Glauber Braga em 2009, justamente para colocar o povo no centro das decisões.
Quem decide para onde vai o dinheiro?
Orçamento Secreto: A decisão sobre a aplicação das verbas está concentrada nas mãos de poucos parlamentares, e não é revelado quem indicou cada recurso. Esse sistema dificulta a transparência e mantém a população fora das decisões sobre o uso do dinheiro público.
Esse modelo alimenta corrupção, favorecimento político e mantém privilégios, enquanto a população não tem voz sobre os recursos que impactam sua vida.
Emendas Participativas: Glauber Braga faz diferente! 100% das emendas do seu mandato são decididas junto à população, por meio de consultas públicas. Cada real aplicado é definido pelo povo e para o povo. Dessa forma, a população tem voz ativa, garantindo que os recursos cheguem de fato onde são mais necessários.
Tem transparência?
Orçamento Secreto: sem transparência, sem critério, sem controle. Recursos são distribuídos às escondidas, sem que a população saiba quem indicou, para onde o dinheiro foi ou por quais critérios. Essa falta de transparência abre espaço para decisões arbitrárias e para a corrupção.
Já as Emendas Participativas seguem outro caminho: tudo é público. A população participa ativamente do processo, as propostas são divulgadas, os recursos são acompanhados de perto e cada etapa é documentada e acessível. É dinheiro público sendo tratado com responsabilidade e respeito.
Transparência, controle social e participação popular são pilares fundamentais para que o dinheiro público seja usado com justiça, eficiência e ética, valores que o Orçamento Secreto ignora, mas que as Emendas Participativas fazem valer.
Quem se beneficia?
Orçamento Secreto: Aliados políticos e grupos de interesse. É um esquema que serve para consolidar poder e comprar apoio através da liberação de verbas públicas. O dinheiro, que deveria atender às necessidades da população, acaba sendo usado como moeda de troca, muitas vezes sem qualquer critério, transparência ou benefício coletivo. Isso transforma o orçamento em moeda de troca política e abre espaço para a concentração de poder, o clientelismo e práticas de corrupção.
Emendas Participativas: A população em geral. Aqui o benefício vai para quem realmente precisa: cidadãos, comunidades organizadas, territórios tradicionais, periferias, mulheres, juventude, saúde e educação popular. São recursos voltados para fortalecer serviços públicos, reduzir desigualdades e melhorar a vida das pessoas. É a sociedade como um todo que ganha.
FONTE:
https://www.facebook.com/glauber.braga1?locale=pt_BR