Voto no caos

Voto no caos

 

 

O VOTO NO CAOS E NA CADEIA: STF DISCUTE BARRAR A POSSE DE FLÁVIO BOLSONARO CASO VIRE RÉU POR LAVAGEM DE DINHEIRO — O BRASIL À BEIRA DO IMPEDIMENTO JUDICIAL ENQUANTO O CLÃ AFUNDA EM PROVAS DE PROPINA, BUNKER DE DINHEIRO VIVO E MILÍCIA ARMADA!

A quatro dias da eleição de 25 de outubro, a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) sofre um abalo sísmico institucional que desnuda o abismo para o qual a extrema-direita tenta arrastar o país. Conforme revelado pela imprensa e confirmado nos bastidores de Brasília, uma ala influente do Supremo Tribunal Federal (STF) acompanha com rigor máximo o inquérito relatado pelo ministro Alexandre de Moraes sobre o esquema de lavagem de dinheiro operado pelo senador e pelo lobista Willer Tomaz: uma eventual vitória de Flávio nas urnas não garantirá sua posse na Presidência da República!

Os ministros da Suprema Corte já avaliam a aplicação direta da jurisprudência consolidada no histórico julgamento da ADPF 402 — precedente que fixou que autoridades que figuram como rés em ações penais no STF estão constitucionalmente impedidas de assumir o comando do Poder Executivo. Se a Primeira Turma do STF receber a denúncia formulada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República logo após o segundo turno, o Brasil viverá uma situação inédita e humilhante na história republicana: o candidato do PL pode ser sumariamente impedido de colocar os pés na rampa do Palácio do Planalto por crime comum de lavagem de dinheiro!

Votar em Flávio Bolsonaro não é apenas escolher o retrocesso social — é votar na anarquia institucional, no estelionato eleitoral e na entrega do Estado a um réu por corrupção:

O carimbo do crime no STF: nenhum presidente eleito na história do Brasil assumiu a chefia da nação na condição de réu penal. Permitir que um denunciado por lavagem de dinheiro assuma a Presidência feriria de morte o princípio da moralidade administrativa (artigo 37 da Constituição) e a própria dignidade do cargo;

As provas materiais que apavoram o comitê do PL: o inquérito de Moraes não é baseado em boatos, mas em dados periciais irrefutáveis da Polícia Federal. Foi a PF que apreendeu e-mails comprovando que Flávio figurava oficialmente como "usuário master" de contas bancárias conjuntas da offshore Alcazar Holdings ao lado de Willer Tomaz; que rastreou viagens de luxo do senador bancadas com dinheiro ilícito; e que identificou pagamentos pesados de Tomaz para comprar o silêncio da imprensa e retirar do ar reportagens investigativas que expunham a sociedade mafiosa entre os dois!

A iminência de Flávio Bolsonaro virar réu e ser barrado pelo STF é a peça final que explica por que o senador foge em pânico absoluto do escrutínio público e recusa o teste supremo da honestidade:

O balcão de compra de votos de R$ 4 milhões no Senado: documentos fiscais comprovaram que o escritório de advocacia de Flávio embolsou duas notas fiscais de R$ 2 milhões cada pagas pelo escritório de Edvaldo Nilo poucas semanas antes de Flávio comparecer à CCJ e ao Plenário para votar duas vezes pela recondução de Nilo ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) — órgão fiscalizador de promotores e procuradores —, alimentando-se de uma banca que faturou R$ 143 milhões quase que exclusivamente de precatórios da União e hospitais beneficentes;

Ação de milícia com fuzis na mansão de Richarlison: vídeos revelados nesta semana mostram policiais militares com fuzis na mão atuando como seguranças privados clandestinos a favor de Willer Tomaz e de Flávio Bolsonaro para coagir a posse de uma mansão em Angra dos Reis disputada com o jogador Richarlison — escândalo denunciado pelo jurista Kakay como "coisa de milícia armada em plena luz do dia";

O bunker da propina no aeroporto: a sala secreta descoberta pela PF em pleno terminal aéreo com máquina de contar dinheiro vivo e maços de cédulas mantida por Willer Tomaz — operador dos R$ 5 bilhões em apostas na Blaze que mantinha uma trabalhadora doméstica como laranja na administração de 14 empresas de fachada;

O comparsa golpista deportado por Trump: a confirmação oficial do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) de que o deputado Alexandre Ramagem — condenado a 16 anos pelo golpe — é tratado como "imigrante ilegal" e responde a processo de deportação sumária para a Papuda após fugir do Brasil com o apoio de garimpeiros ilegais da Terra Yanomami;

O alerta de 'calote geral' na economia: o desmascaramento feito pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, alertando que a promessa demagógica de Flávio de congelar pagamentos e comprar dívidas quebraria o sistema de crédito do país, colocaria em risco os depósitos e a poupança do trabalhador e multiplicaria as dívidas com juros impagáveis;

O plano de destruição das universidades: a revelação estarrecedora de que o plano oficial de governo de Flávio prevê rasgar o artigo 207 da Constituição, arrancar as federais do MEC e subordinar a pesquisa pública aos interesses comerciais imediatistas, após o desgoverno Bolsonaro cortar 10,5% dos gastos com educação e nomear 18 reitores interventores que perderam as eleições nos campi.

A diferença ética perante a Nação não poderia ser mais gritante. De um lado está o candidato que pode ser barrado pela Justiça antes de tomar posse e que foge desesperadamente de abrir suas contas. Do outro lado, ergue-se o estadista Luiz Inácio Lula da Silva:

Transparência radical no cartório e na Justiça: Lula, a primeira-dama Janja e todos os seus cinco filhos (incluindo Lulinha) protocolaram procurações públicas no TSE e no STF perante o ministro relator André Mendonça autorizando a quebra e publicação imediata de todos os seus sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos oito anos no sistema DivulgaCandContas (#AbreOSigiloFlávio);

Apoio a investigações: a bancada do PT na Câmara assinou e apoiou formalmente a CPMI de Lulinha, enquanto a defesa provou na CNN que o filho de Lula vive modestamente de seu trabalho privado na Espanha, desafiando o PL a fazer o mesmo com as contas de Flávio: "Queremos as duas investigações! Quem não deve, não teme!";

Governo para o trabalhador: envio ao Congresso Nacional da histórica PEC da Tarifa Zero no transporte público aos fins de semana e feriados para garantir o descanso remunerado da jornada 5x2 conquistada com o fim da escala 6x1; sanção da lei do Prospera MEI limpando as dívidas de milhões de pequenos empreendedores; universalização do Pé-de-Meia para as universidades federais e pós-graduação; e um orçamento recorde de R$ 268,2 bilhões para o MEC.

Como alertou o Prêmio Nobel de Economia Daron Acemoglu na BBC, eleger Flávio Bolsonaro representaria um desastre para a América Latina idêntico ao retorno de Donald Trump. O eleitorado brasileiro não vai jogar o país no abismo da ingovernabilidade, das milícias e de um presidente réu que sequer tem o direito de tomar posse garantido pela Constituição.

A pesquisa mais recente do Instituto Veritá — a que mais se aproximou do resultado do primeiro turno — já confirma o avanço decisivo de Lula rumo à vitória, somando-se à liderança de 51% registrada na Vox Brasil. Nesta sexta-feira (23), no debate da TV Globo — sob a pressão da ECA-USP e de mais de 250 mil cidadãos exigindo checagem de fatos ao vivo e corte imediato de microfone —, o castelo de mentiras de Flávio Bolsonaro desmoronará perante 50 milhões de brasileiros.

No próximo domingo, 25 de outubro, o Brasil escolherá a estabilidade democrática, a decência e a justiça social. Vamos barrar o réu da milícia nas urnas e reeleger o presidente do povo brasileiro: #AbreOSigiloFlávio! É Lula presidente, é 13!




ONLINE
13