A historia deste homem Lula

A HISTÓRIA DESSE HOMEM SERÁ CONTADA EM TODO MUNDO POR MILHARES DE ANOS...
"Permaneci desempregado por um ano e meio, e em 1965, encontrei um emprego na Villares. Lá, não havia cafeteria. As pessoas iam comer no bar ou traziam o próprio almoço. E eu estava numa situação tão precária que um dia, não trouxe nenhum almoço. E, como era novo na fábrica, os colegas sempre me ofereceram algo.
'Ei, Lu, você não está comendo?' 'Não, não tenho fome.' E todas as vezes que colocavam o pão na mortadela, eu imaginava-me comendo-o. E eu fiquei lá o tempo todo, com vergonha de dizer que estava com fome, e voltava a trabalhar. Isso aconteceu muitas vezes
Eu tinha 7 anos, a primeira vez que provei pão. Porque onde eu nasci, não tínhamos dinheiro para pão, e não havia lugar para comprá-lo. E além disso, meu pai deixou minha mãe quando ela estava grávida de mim. Meu pai saiu em 1945 e eu@ nasci em 1945. 27 de outubro. E muitas vezes, para o café da manhã, não me lembro se havia café, porque de vez em quando, comiamos uma tigela de farinha com café preto. Ou algo assim. Mas hoje, eu digo que nem tínhamos dinheiro para comprar café. Então, imagine como uma mãe consegue criar os filhos em condições inumanas, onde tantas mães ainda os criam até hoje." Disse o Presidente do Brasil.
Existem destinos que carregam dentro deles toda a tragédia e grandiosidade do mundo.
A dela de Luiz Inácio Lula da Silva é uma delas.
Tudo começa em Pernambuco. Em uma choupana onde a pobreza atingiu o estômago. A escapada se tornou o único caminho de saída: empacotados na parte de trás de um caminhão, a família atravessava um imenso Brasil para se afundar nos subúrbios de São Paulo.
Lá, a infância é roubada. Trabalha de engraxate, lavador de carro, qqualquer coisa, pra ajudar a mãe e os irmãos. É o aprendizado do trabalho duro, do suor e da fadiga que desgasta os ossos antes da idade. É também lá, no canteiro de obras de uma oficina mecânica, que uma máquina corta um dedo.
No entanto, a partir destas provações, Lula não perde o foco do destino; ele se alimenta de uma única chama: a justiça social. É este trabalhador ferido pela vida, autodidata e agora um tribuno de enorme grandeza, que sobe as escadas da esperança um a um. Quando ele primeiro alcança a presidência em 2003, não é apenas um homem que entra no Palácio do Planalto, mas um povo inteiro que finalmente sobe as rampas com ele.
Sob sua autoridade, milhões de brasileiros emergem do esgoto da fome, descobrindo a dignidade de uma refeição quente. Mas as núvens atraem tempestas: a doença que ele domina, a morte de sua esposa e, especialmente, essa descida para o inferno judicial que o joga 580 dias em uma cela solitária. Acreditaram que sua vida política havia terminado, varrido pela história.
Mas, por uma fé inabalável no e do seu povo, supera o impossível: uma volta política quase bíblica. Em 2022, movido pelo desejo de salvar a democracia, ele retorna como o presidente do Brasil.
Hoje, enquanto os anos se acumulam e os críticos às vezes questionam a sua idade, o povo, por sua parte, sabe bem que a idade de um líder nunca é um problema quando a confiança é intacta e o coração está lá.
Votar em Lula é, acima de tudo, escolher um homem profundamente próximo ao povo, cuja carne carrega as mesmas cicatrizes que a dele.
Ver Lula presidir sobre sua nação novamente é ver o triunfo da resiliência: suas mãos carregam o peso das provações, mas, também, escrevem, uma e outra vez, as páginas mais bonitas da história do Brasil.
Nicole M.
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