Ainda há muito o que avançar

Ainda há muito o que avançar

 134 anos, mas ainda há muito o que avançar

São 134 anos, mas ainda há muito o que avançar para acabar de fato com a desigualdade e reparar os tantos anos em que o Brasil manteve uma grande população de pessoas escravizadas. Não foi SÓ Isabel.

Nosso país foi o último país das Américas à abolir a escravidão. O documento assinado pela Princesa Isabel marca o fim da escravidão no dia 13 de maio de 1888, no entanto essa conquista só foi possível devido a pressão dos movimento abolicionistas e debate mundial de políticas abolicionistas que se potencializava na época.

Grandes nomes masculinos ganharam protagonismo na luta contra a escravidão, no entanto movimentos femininos tiveram uma participação incontestável nessa jornada, como a Sociedade Cearenses Libertadoras e a Ave Libertas, grupo criado em Recife (PE). Confira as principais lideranças e ativistas abolicionistas que estiveram na linha de frente do debate e ações para que essa vitória fosse possível.

Conheça algumas das mobilizações e revoltas no Brasil antes da abolição em 1888.

Conteúdo produzido pelo @potenciasnegras 

Quilombo de Palmares - Alagoas, 1580-1695

Ngola Djanga, ou Nova Angola, foi o maior símbolo da resistência contra a escravidão no Brasil colônia. Mesmo que não tenha tido êxito completo, Palmares abalou a dominação europeia e as notícias de suas ações inspiraram os caminhos dos africanos rumo à liberdade ao longo do período colonial até hoje.

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Quilombo do Quariterê - MT, 1730-1795

Liderado por Teresa de Benguela, o quilombo tinha uma avançada organização política (operava por meio de uma espécie de parlamento). Além de resistir às investidas das forças coloniais, tinha uma forte relação comercial com as vilas da região. Chegou a reunir cerca de 200 africanos e indígenas.

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Revolta do Engenho Santana – Ilhéus/BA, 1789 e 1824

Localizado nas margens do Rio do Engenho, em Ilhéus, os escravizados desse engenho se levantaram em duas ocasiões, formando quilombos. No primeiro episódio, os rebeldes submeteram ao escravizador um tratado com as condições sob as quais retornariam ao trabalho, em uma das primeiras greves registradas no Brasil.


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Revolta das Carrancas - MG, 1833

Também conhecida como Levante de Bela Cruz, foi uma rebelião feita por escravizados em 13 de maio de 1833 nas fazendas Campo Alegre e Bella Cruz, localizadas na Freguesia de Carrancas, em Minas Gerais. A rebelião, liderada por Ventura Mina, atacou a Casa Grande e as famílias escravistas das duas fazendas.

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Revolta dos Malês - BA, 1835

Protagonizada por negros muçulmanos, com destaque para Luiza Mahin, tinha como objetivo a libertação dos escravizados, garantia da liberdade de culto e eram, em sua maioria, das etnias hauçá, igbomina e picapó. Suas ações foram baseadas em experiências de combate que trouxeram de África, como a troca de informações escritas em árabe.

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Balaiada - MA, 1838-1841

A Balaiada foi uma insurreição popular composta por diversos setores sociais contra movimentos como o coronelismo. Sob a liderança de Manoel Francisco dos Anjos Ferreira, que fabricava balaios, se juntaram trabalhadores livres, pessoas escravizadas artesãos na busca pela liberdade.

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