Culpa, fuga e passaporte

Culpa, fuga e passaporte

 

 

O STF DESMENTE BOATO DE BUSCA E APREENSÃO NA MANSÃO DO LAGO SUL:

FLÁVIO BOLSONARO FUGIU PELO PURO PAVOR DA CULPA, ANTES MESMO DE QUALQUER MANDADO NA PORTA, ENQUANTO OS INQUÉRITOS DOS R$ 134 MI DO MASTER E DAS BETS SEGUEM ASFIXIANDO O FORAGIDO!

A nota oficial divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira restabelece a verdade factual contra o turbilhão de especulações e coloca a nu a real dimensão do desespero de Flávio Bolsonaro (PL). Ao desmentir formalmente a realização de operações de busca e apreensão na mansão do parlamentar no Lago Sul ou em qualquer outro endereço a ele ligado, a Suprema Corte demonstrou que atua com rigor técnico e estrito respeito ao devido processo legal — e, no mesmo movimento, expôs a psicologia de pânico de um candidato derrotado que fugiu do país sem sequer ter uma ordem de invasão policial batendo à sua porta:

O rigor das instituições contra a histeria dos boatos: A nota da Suprema Corte foi categórica ao afastar as notícias veiculadas pela imprensa matutina: “É falsa a informação veiculada sobre a existência ou o cumprimento de qualquer mandado de busca e apreensão direcionado ao senador Flávio Bolsonaro ou a seus endereços. Não há nenhuma decisão judicial nesse sentido, tampouco realização de diligência policial ou de busca e apreensão”. O esclarecimento desmonta de forma fulminante a narrativa de que o Judiciário estaria promovendo um "cerco de exceção" ou uma caçada espetaculosa contra a oposição. O STF cumpre a Constituição, toma decisões fundamentadas e não opera sob o calor do sensacionalismo.

A fuga pelo medo da própria consciência: Quem não deve, não corre: Se não havia viatura na garagem nem agentes revistando a mansão, por que o senador derrotado mobilizou comboios com carros despiste na Ponte JK, refugiou-se em uma chácara na Tríplice Fronteira sob a gestão do general Silva e Luna, usou passaporte italiano para driblar a retenção e embarcou em um jatinho particular fretado na Argentina rumo a Miami? A resposta é evidente: Flávio Bolsonaro fugiu pelo peso do próprio prontuário. Bastou a ordem legal do ministro Alexandre de Moraes para entrega voluntária dos passaportes — motivada pelo risco concreto de evasão apontado pela Polícia Federal — para que o parlamentar entrasse em colapso e violasse abertamente a determinação judicial, abandonando o país como um foragido comum.

A duplicidade de inquéritos que apavora o "01": A ausência de buscas nesta quarta-feira não diminui em uma vírgula a gravidade dos inquéritos que tramitam contra o senador no STF e que continuam avançando sob reserva de jurisdição:

Inquérito sob relatoria de Alexandre de Moraes: Apura lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção envolvendo a sociedade oculta com o advogado Willer Tomaz (que também fugiu para os EUA antes do pleito).

A Polícia Federal já identificou Flávio como "usuário master" de contas secretas no exterior da Alcazar Holdings e rastreia o uso de plataformas de apostas esportivas (Rede Loto) para ocultação de patrimônio;

Inquérito sob relatoria de André Mendonça: Investiga o achaque de R$ 134 milhões cobrado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro (ex-controlador do Banco Master, atualmente preso) sob o pretexto de bancar a cinebiografia Dark Horse de Jair Bolsonaro. Os áudios comprometedores recuperados pela PF no celular apreendido de Vorcaro — e revelados pelo The Intercept Brasil — tiveram a autoria reconhecida pelo próprio Flávio, tornando a linha de defesa técnica insustentável.

O contraste da ruína familiar: A fotografia do clã bolsonarista após o segundo turno de 2026 é o espelho da decadência republicana. O patriarca, Jair Bolsonaro, cumpre pena em regime domiciliar pela tentativa frustrada de golpe de Estado de 8 de janeiro; o filho deputado, Eduardo Bolsonaro, está refugiado no Texas; o principal operador financeiro, Willer Tomaz, evadiu-se do país; e agora o primogênito, Flávio, desobedece medidas cautelares e desembarca na Flórida após ser derrotado por uma margem de mais de 4,4 milhões de votos válidos para Luiz Inácio Lula da Silva.

A normalidade do Brasil soberano: Enquanto a cúpula do bolsonarismo consome seus dias entre negociações clandestinas de asilo com a rede de Donald Trump, mentiras de despiste e o medo constante da prisão preventiva, o Brasil respira os ares da estabilidade. A consagração de Lula 4 nas urnas restabeleceu o funcionamento das instituições, o avanço das políticas sociais e a soberania do país perante o mundo, mostrando que o tempo da impunidade e do sequestro do Estado brasileiro por interesses familiares chegou definitivamente ao fim.

A nota do STF é uma lição de sobriedade institucional. A Justiça não precisa de pressa nem de espetáculo: as provas estão periciadas, os crimes de colarinho branco estão mapeados e a tentativa de Flávio de escapar pela via do aeroporto apenas assinou a confissão tácita de sua própria culpa.

FONTE:

Hilton Aquino 

 

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A FUGA

Como se sabe, Flávio Bolsonaro fugiu do país e com apoio da CIA, voou da Argentina para os Estados Unidos. Há menos de duas horas, o governo americano anunciou que lhe dará asilo político e estadia.

Sabe-se, também, que Flávio não teria nenhuma serventia por lá, se não aceitasse trabalhar como um informante a Washington.

Ontem, após ter o seu passaporte solicitado, ele mentiu (como sempre faz), e disse que a informação de que fugiria do país era infundada. Horas depois, na madrugada para terça, ele saiu do Brasil de maneira ilegal.

Já na noite de domingo, 25, de maneira covarde, após o escrutínio, Flávio Bolsonaro não aceitou o resultado da eleição. Horas antes, naquele mesmo dia, ele e sua coordenação de campanha haviam pedido a prorrogação do horário de votação em 5 estados. Atendido, e derrotado nas urnas, ele apontou a prorrogação dos horários como uma manobra da Esquerda para a sua derrota.

Em um país onde 59,8 milhões de pessoas haviam votado nele, contra 64 milhões de pessoas que votaram em Lula, diante de um cenário de país dividido, o que Flávio fez, ao não reconhecer a vitória do opositor e acusar uma fraude, foi instigar, de maneira consciente, uma guerra civil.

No dia anterior, havia sido noticiado que Marcelo Oliveira Rocha, eleitor do PT, havia sido espancado na saída de um ato em apoio à Lula, em Santos. No fim da tarde de segunda, Marcelo teve morte cerebral decretada.

Entre outubro de 2024 e agosto de 2026, ocorreram 354 casos de violência política, o que significa um caso a cada 44 horas - uma alta de 18,4% em relação ao ciclo anterior (2022 - 2024).

Segundo matéria da BBC, o início da campanha para o primeiro turno das eleições de 2026, promoveu uma nova escalada nos crimes de violência política: foram 134 episódios em apenas 50 dias - uma ocorrência a cada 9 horas. No primeiro turno de 2022, haviam sido 121 casos.

Estes números são uma consequência direta da ação dos Bolsonaro.

Desta vez, diferentemente de janeiro de 2023, os Bolsonaro não incendiaram o país. Flávio que fracassou ao tentar, com medo de responder por seus crimes por corrupção, fugiu.

Flávio é um patife como o pai. Quem ainda acredita nesta gente?

Fabiano da Costa 

 

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Um detalhe óbvio sobre a fuga do arregão. Os passaportes dele foram requisitados na segunda feira, também conhecida como ontem. Daí na terça feira, também conhecida como hoje, no raiar do sol o fujão já tinha cascado fora.

Mas que ser humano seria capaz de planejar e realizar uma fuga dessa dimensão, envolvendo um vôo internacional, saindo invisível sabe-se lá de onde para entrar nos EUA, tendo que organizar a documentação de entrada, e levando mulher e duas filhas, EM MENOS DE 24 HORAS????

Ou seja, o larápio já tinha organizado isso há muito tempo para o caso de tomar a ferrada que tomou. E isso destrói o discurso de perseguição política do delinquente e escancara que a intenção real de se candidatar era meramente pra livrar aquela carinha cínica da cana dura pela coleção de crimes que esse gatuno cometeu!Ladrão e cagão!

Pobre gado, além de serem enganados pelas mentiras do marginal, foram também abandonados por ele. Flávio, seu bosta, você usou o voto de 60 milhões de otários pra se livrar da prisão. Que líder covarde é esse? Você é uma vergonha, gângster, mafioso!

Sergio Santos

 

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Em janeiro de 2018, Lula estava de malas prontas para viajar para a Etiópia, onde participaria de uma reunião da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura sobre propostas de erradicação da fome na África. Na véspera da viagem, um juiz de primeira instância do Distrito Federal ordenou a apreensão do passaporte de Lula no âmbito de um processo-piada contra o então ex-presidente por suposto tráfico de influência na compra de caças suecos pela FAB.

“Comunique-se ao Diretor-Geral da Polícia Federal para o cumprimento desta decisão, com a intimação do réu para entregar o passaporte em 24 horas, bem como a inclusão de seu nome no Sistema de Procurados e Impedidos”, determinou na época o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília.

No dia seguinte, no momento em que Lula teria embarcado para o chifre da África, o então advogado Cristiano Zanin estava entregando o passaporte do seu cliente na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, onde disse à imprensa: “É uma restrição do direito de ir e vir do ex-presidente Lula, que não se justifica.

Estamos cumprindo a decisão sob protesto, mas acreditamos que ela será revertida”.

De fato, Uma semana depois, o TRF-1 cassou a decisão do juiz Ricardo Leite por falta de base de sustentação. Mais tarde, o STF encerrou o processo-piada dos caças suecos porque, bem, era uma piada lavajatista de mau gosto, com denúncias “eivadas de vícios insanáveis e claramente desprovidas de lastro probatório mínimo”.

Nesta segunda-feira, 26, o ministro Alexandre de Moares deu 24 horas para Flavio Bolsonaro entregar seus passaportes e proibiu o “usuário master” de deixar o país. No dia seguinte, Flávio estava embarcando para os EUA, fugindo do Brasil por meio e rota ainda incertos, não exatamente para combater a pobreza no Mississippi, mas para conspirar com seu irmão, com um neto de ditador e com agentes estrangeiros contra o país onde nasceu e, puxa vida, como mamou.

Mamou, fez rachadinha, lavou dinheiro e, agora, prestes a ser chamado à responsabilidade, diz que é perseguição e mete o pé. Daqui a quatro anos, quando um indivíduo dos mesmos reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie for candidato a presidente da República, contra um democrata, dirão assim os donos dos jornais: “puxa vida, é uma escolha muito difícil”.

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Artigo publicado no Come Ananás com o título "Mamou, rachou, lavou, escapuliu". Link nos comentários.

FONTE:

Hugo Souza 




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